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Questão 5 (espanhol) do Enem 2025: Linguagens

Linguagens · habilidade H5 da Matriz de Referência · dificuldade fácil pela TRI.

Questão 5 do Enem 2025, no caderno oficial do InepQuestão 5 do Enem 2025, continuação, no caderno oficial do Inep
Caderno oficial do Inep. Provas e gabaritos de 2025.
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Gabarito oficial (Inep): C.

Texto da questão

¿Qué es la generación Alfa? Hacer cortes generacionales no es una ciencia exacta. Sin embargo, según un análisis de 2018 del centro de estudios Pew Research Center, analizar las generaciones ofrece “una manera de entender cómo los acontecimientos globales y los cambios tecnológicos, económicos y sociales interactúan para definir la forma en que la gente ve el mundo”. Y está claro cómo ve el mundo la próxima generación: a través de una pantalla. “Antes las generaciones se definían a partir de sucesos históricos o sociales importantes. Hoy se delimitan por el uso de determinada tecnología”, le explica a BBC Mundo un psicólogo, docente, escritor y experto en el uso — y abuso — de las redes sociales. Ninguna de las generaciones anteriores será comparable a nivel digital con los Alfa, que, como contraparte, serán la primera a la que le serán ajenos muchos aspectos del mundo analógico. Disponível em: www.bbc.com. Acesso em: 9 maio 2024 (adaptado). Nesse texto, a expressão “a través de una pantalla” evidencia que a geração Alfa estabelece com o mundo uma relação marcada pelo(a)

A conflito etário.

B efemeridade da tecnologia.

C dependência de recursos digitais.

D valor dos acontecimentos sociais.

E indiferença em relação a fatos históricos. ENEM2025ENEM2025ENEM2025ENEM2025ENEM2025ENEM2025ENEM2025ENEM2025ENEM2025ENEM2025ENEM2025ENEM2025ENEM2025ENEN2025ENEM2025ENEM2025ENEM2025ENEM2025ENEM2025ENEM2025ENEM2025ENEM2025ENEM2025ENEM2025ENEM2025ENEM2025ENEM2025ENEM2025ENEM2025ENEM2025ENEM2025ENEM2025ENEM2025ENEM2025ENEM2025ENEM2025ENEM2025ENEM2025ENEM2025ENEM2025ENEM2025ENEM2025ENEM2025ENEM2025ENEM2025 De próprio punho

A escrita e suas tecnologias sofrem interessantes metamorfoses, numa ciranda que vai do simples bilhete aos originais de um livro 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 Estranhei muito na primeira vez que escutei a expressão “de próprio punho”. Parecia que eu ia bater em alguém. Não era bem o caso. Foi numa situação bancária, dessas bem burocráticas, e eu devia escrever algo bem breve, mas com minhas mãos. Na verdade, o que importava era a autenticidade da minha caligrafia, que à época ainda era mais fluente e firme. Depois dos teclados de computador, ela rateia bastante. Minha letra, hoje, tem uma espécie de alternância: dia sim, dia não, trêmula e firme, forte e fraca, mais rotunda e mais cheia de arestas. É claro que já escrevi muito mais de próprio punho ou, numa palavra mais bonita, manuscrevi (prefiro a mão ao punho, embora ele também seja usado na tarefa). Mas isso não é um feito individual. Em larga medida, é social. Muita gente sente o mesmo que eu, isto é, escreve bem menos usando as mãos, ou melhor, empregando algum tipo de tecnologia (lápis, caneta etc.) para escrever com grafite ou tinta ou giz ou carvão ou sangue e o que mais. É importante lembrar que ainda há gente que não sabe escrever neste país, neste planeta, mas muita gente sabe e tem um combo de tecnologias mais ou menos à disposição para isso. Sou dessas pessoas privilegiadas que têm várias possibilidades, e uma delas nunca deixou de ser o uso das minhas mãos. Ainda hoje, são elas que batucam meu teclado de computador ou que tocam suavemente duas ou três telas sensíveis. Mas não expressam mais a minha letra. No lugar, aparecem Times New Roman, Arial, Calibri e mais uma centena de “letras” à minha escolha. Eu e Deus e o mundo.

A despeito desse rol de chances e ferramentas para escrever, o manuscrito nunca deixou de pintar aqui e ali, muitas vezes como obrigação. Na escola, por exemplo, até hoje ele é soberano. No Enem também. Curioso, não? Fico pensando em que espaços e ocasiões ainda uso minha letra. Olhando ao redor, na minha casa, minha letra está em espaços muito delimitados e específicos: bilhetes. Eles estão principalmente na cozinha, em especial na porta da geladeira, a fim de manter a comunicação com meus coabitantes, sempre muito e

Texto extraído automaticamente do PDF oficial; fórmulas e figuras estão na imagem acima.